Projeto
Como nasceu o projeto
Tudo começou com um trabalho acadêmico em novembro de 2003. A produção de um vídeo sobre Turismo de Aventura, na Serra do Cipó, a 90 km de Belo Horizonte, acendeu a idéia. Arlen Nazar e Rodrigo Zermiani, estudantes de Publicidade, começaram a pensar que, com um carro, uma filmadora e um roteiro bem planejado, poderiam chegar ao Ushuaia, na Argentina. Não era o momento ideal. A conclusão do curso pesou mais naquele momento.
Um ano se passou e em setembro de 2004, a primeira oportunidade – ir de moto até o Oiapoque, extremo norte do Brasil. Arlen encarou desafio. Viajou 8 mil kilometros em 20 dias, em uma Yamaha XT 600. Asfalto, terra, riachos e situações inesperadas, em pleno pulmão do mundo, trouxe mais que experiência, motivou sonhos, desejos e vontade de percorrer distancias ainda maiores.
A idéia de organizar uma expedição aconteceu em dezembro de 2004. Fotos e conversas sobre a viagem até o Oiapoque, foram mais que suficiente para a base da equipe. Arlen convida Leonardo e Guilherme para um desafio - estruturar uma equipe que pudesse organizar uma viagem pela América do Sul. Após seis meses de estudos, surge a primeira proposta de roteiro pelos países latinos : queríamos percorrer a rota dos Incas na América do Sul: Conexão Adventure, na trilha da cultura Inca.
Objetivo
Uma viagem ao passado das civilizações Incas. Percorrer 6 países, 12.000 km, 97 cidades, com visitas a museus, sítios arqueológicos, patrimônios da humanidade, monumentos e até cemitérios... Tudo isto para compreender e estudar a influência dos incas na formação dos povos da América do Sul. Um povo marcado pela cultura e mistério.
Planejamento
Para tudo dar certo é preciso estudar o que se vai fazer. Aproveitar cada oportunidade, significa antecipar riscos e prever todos os cenários possíveis – sejam eles políticos, econômicos ou mesmo de relacionamento interpessoal. Por isso dedicamos 12 meses para planejar uma viagem ideal com estrutura de 4 carros, 10 profissionais e um único objetivo – o sucesso do Conexão Adventure.
Para definir o traçado da expedição, vários aspectos foram observados. Por exemplo o teor cultural, que foi estimulado pela expansão inca em território sul americano. Um estudo climático das regiões determinou o melhor período para a expedição. E por último, a quilometragem percorrida não poderia exceder os 30 dias disponíveis da equipe.
Equipe Conexão Adventure
Profissionalismo, multifuncionalidade, comprometimento e relacionamento. Estas foram as características imprescindíveis para a formação da equipe. O mais importante aqui foi escolher profissionais capacitados em suas áreas de atuação. Cada um foi indicado de acordo com os objetivos do projeto, que necessitava de experiências em Comunicação Social, Tecnologia da Informação e Engenharia.
Investimentos do Projeto
Uma análise detalhada dos custos determinou a viabilidade do projeto. Era preciso ter uma visão clara de toda a logística da expedição, antes de apresentar aos possíveis patrocinadores. Combustível, hospedagem, alimentação, entradas em museus, vôos panorâmicos, vacinas, passaportes, seguro de vida e equipamentos e transmissão de dados via satélite são alguns exemplos dos estudos feitos durante quase cinco meses de pesquisa.
Patrocinadores
Os investimentos deveriam ter coerência com a proposta do Conexão Adventure. Antes de relacionar os possíveis parceiros, avaliamos as condições de mercado, oportunidades de divulgação e rede de relacionamentos. Acreditamos nos valores e na responsabilidade social de cada empresa envolvida no projeto.
Mãos-a-obra
Tudo pronto! Hora de cumprir o cronograma estabelecido para os próximos meses. Daqui pra frente é preciso ter empenho nas ações e agilidade nas decisões para não comprometer o prazo. Curso de espanhol, preparação dos carros, acompanhamento físico, nutricional e médico, testes em equipamentos e simulações em uma pré-expedicao pelos arredores de Minas, serão determinantes para avaliar possíveis ajustes antes da viagem.
Conexão Adventure









